segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Céu enevoado (Cloudy Skies)


Ao contrário do luminoso dia de sol que está lá fora, aqui dentro o dia começou escurecido. O inicio da manhã começou com dores físicas tão intensas que quase me impediram de andar. O universo, como sempre, ouve-nos e responde-nos. Então não és capaz de fazer aquilo e mais aquilo? Está bem. Então experimenta lá como é não ser mesmo capaz de o fazer. A acrescentar a isto, ou quem sabe, também por causa disto mais algumas coisas nada luminosas brotaram durante as primeiras horas da manhã. São coisas recorrentes durante os últimos tempos, e estes últimos tempos vão-se alongando e querendo fazer com que os passemos a sentir como o normal dos tempos. Só que assim não é. Estes não são o normal dos tempos. O ciclo deve ser quebrado. O céu enevoado não é a normalidade mas sim um desafio ou uma série de desafios que aparecem por vezes no nosso caminho. O desafio está em ver o luminoso e maravilhoso céu limpo através das nuvens que nos querem embaciar a visão e os sentimentos. E apesar das dores, que se mantêm, já consegui vislumbrar muito da luz que brota do magnífico céu que está lá fora. Ele está lá sempre, só é preciso sermos capazes de o sentir para o podermos encontrar, ver e usufruir da sua plenitude.

Cloudy Skies (Céu enevoado)

Unlike the luminous day of sun that shines outside, in here the day began darkened. The beginning of the morning began with such intense physical pain that almost impeded me of walking. The universe, as always, hears us and answers us. So you are not capable to do that and also that? Ok then. You are going to feel how really is not to be capable of doing it. To add to this, or who knows, also because of this some more things not that luminous sprouted during the first hours of the morning. They are recurring things during these last times, and these last times are prolonging themselves and wanting to make us feel them as if they were the normal times. Only that this is not so. These are not the normal times. The cycle should be broken. The clouded skies are not the normality but a challenge or a series of challenges that appear, sometimes in our path. The challenge is in seeing the luminous and wonderful clean sky through the clouds that want to dim us the vision and the feelings. And in spite of the pain, that remain, I already got a glimpse of much of the light that springs from the magnificent sky that shines outside. It is always there, we should only be capable of feeling it so that we can find it, see it and enjoy its completeness.

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